terça-feira, novembro 28, 2006

Leopoldinas 3 - Ratzingers 2

Após atentar nas goleadas aplicadas pelos Ratzingers a todos os adversários anteriores, era fácil de prever que este jogo teria um grau de dificuldade bastante mais elevado que os anteriores.
Entrámos no jogo sem arriscar demasiado, com o intuito de estudar o adversário. Assim, rapidamente verificámos que algumas das suas principais armas eram a velocidade e o poder de antecipação. Contudo, em ataque organizado, revelavam bastantes dificuldades pelo facto de o fazerem apenas com 3 elementos.
Por volta dos 5 minutos de jogo surgiu o nosso 1º golo. Aproveitando o facto de o adversário jogar insistentemente na antecipação, Pedro Matias efectua um passe longo a pedir a desmarcação de Ricardo Coutinho que, de cabeça, não deu hipóteses de defesa ao guarda redes adversário. Pouco tempo depois, uma boa jogada de entendimento entre João Vaz e Ricardo Coutinho permitiu que João Vaz aparecesse em boa posição para dilatar o marcador, colocando o resultado em 2-0. Por esta altura o adversário revelava-se dominador mas, no entanto, não conseguia criar oportunidades de golo. Ainda faltavam cerca de 6 minutos para o intervalo quando, após jogada individual de insistência, Pedro Matias fixou o 3-0 verificado ao intervalo. Nestes 6 minutos finais, com 3 jogadores que começaram o jogo no banco em campo, ainda criámos algumas oportunidades para dilatar ainda mais o marcador.
Os Ratzingers entraram para a 2ª parte sem nada a perder, arriscando bastante de modo a tentar virar o resultado (prova disso foi defenderem apenas com 3 elementos deixando o 4º na linha de meio campo à espera, ou de interceptar um passe, ou de aproveitar uma recuperação de bola dos colegas para sair rápido para o contra-ataque). Nesta altura não conseguimos aproveitar a superioridade numérica no ataque para marcar. Assim, como já dizia o ditado, aproveitando falhas de concentração defensiva da nossa parte, o adversário conseguiu marcar por duas vezes, reduzindo para um perigoso 3-2 quando ainda faltava mais de meia parte para jogar. Neste últimos minutos defendemos a nossa baliza com mestria, possuindo ainda, em contra-ataque, as melhores oportunidades para alterar o marcador (entre elas um livre directo e uma bola no poste).
Com este resultado praticamente garantimos a passagem à próxima fase (também outra coisa não seria de esperar), tendo este sido o primeiro teste a sério às nossas capacidades.
Relativamente aos Ratzingers, acreditámos que nos irão acompanhar na passagem à próxima fase, visto possuírem jogadores de elevada qualidade.

Golos:
Ricardo Coutinho
João Vaz
Pedro Matias

Melhor em campo (informação oficiosa):
José de Fox

terça-feira, novembro 21, 2006

Leopoldinas 25 - Equipa do Maior 0

É mesmo verdade... Mesmo com todos os tempos mortos em que o cronómetro não é parado, conseguimos a média incrível de mais de um golo a cada 2 minutos. Mais notável ainda: finalmente ganhámos um jogo sem sofrer golos.
Vamos lá então à história do encontro.
Tudo começou com a ausência de certos e determinados jogadores que, depois de terem mostrado bons apontamentos em jogos anteriores, perderam esta oportunidade de fomentar o seu lugar na equipa.
Assim, apresentámo-nos ao jogo apenas com 6 jogadores.
Nos primeiros cerca de 5 minutos, Ricardo Coutinho bem tentou ensinar ao resto da equipa como introduzir a bola na baliza da equipa adversária, marcando os primeiros 5 golos. Ainda assim, os outros jogadores continuavam a demonstrar uma total azelhice para o fazer, até que, Pedro Matias desferiu um remate do meio da rua acabando com a homogeneidade na lista de marcadores. Até ao intervalo fizemos balançar as redes apenas por mais 3 vezes, ou seja, àquele ritmo não iríamos ultrapassar a marca registada pelos Sémen FC frente a este mesmo adversário (23-3).
Já na 2ª parte, a veia goleadora de João Vaz veio ao de cima, quiçá derivado do facto de o campo estar inclinado para o lado dos balneários. Também Fox se mostrou a muito bom nível contribuindo com 4 golos para o resultado final. Já perto do final, também Morgado molhou o bico, fazendo com que Manecas fosse o único a ficar em branco, eventualmente também derivado da posição que ocupa em campo (normalmente nas imediações da nossa área). Ricardo Coutinho como seria de prever continuou a espalhar magia e apenas Pedro Matias se exibiu a um nível inferior (questionado na flash-interview revelou que os objectivos da equipa foram cumpridos e, portanto, era pouco relevante se o seu desempenho tinha ou não estado ao nível do dos seus colegas).
De realçar os 19 golos marcados pelos dois jogadores mais ofensivos da equipa, pouco tempo depois de ter surgido a primeira lista oficial de melhores marcadores onde não se vislumbrava qualquer jogador deste clube.
Gostava de deixar aqui uma palavra de apreço para a Equipa do Maior que, apesar de não ser muito dotada no que a futsal diz respeito, proporcionaram uma hora bem passada sem qualquer tipo de quezílias. A esse nível, são um exemplo a seguir.

Golos:
Ricardo Coutinho x11
Pedro Matias
João Vaz x8
Fox x4
Pedro Morgado
(se não foi exactamente assim, foi mais ou menos)

Homem do jogo:
Ricardo Coutinho

quinta-feira, novembro 16, 2006

Leopoldinas 10 - Bafana Bafana 2

Ao segundo jogo a máquina mostrou estar oleada.
Mesmo tendo o início do jogo sido pautado por constantes falhas ao nível da finalização por parte das Leopoldinas, cedo se percebeu que a nossa qualidade superior era inquestionável. No entanto, o 1º golo apenas surgiu por volta dos 15 min, com Morgado a mostrar aos avançados como se faz. Logo de seguida, Simão, com um remate do meio da rua aumentou a vantagem que, ainda antes do intervalo viria a ser reduzida.
No início da segunda parte, fruto de muita passividade da nossa parte, o adversário ainda alcançou o empate. Contudo, esse golo despertou em nós a vontade de praticar um futsal superior que, logo na jogada a seguir, resultou em mais um golo, por intermédio de Ricardo Coutinho. Logo a seguir este jogador viria a bisar, dando ainda mais tranquilidade à equipa. A partir daqui o jogo só deu Leopoldinas e o avolumar do marcador foi natural. Com golos de João Vaz x2, Fox x2, Fred (de realçar este golo à Quaresma) e Pedro Matias, o 10-2 final espelha bem o que se passou durante este jogo: ataque contínuo com inúmeras ocasiões de golo por parte das Leopoldinas, com contra-ataques fortuitos por parte do adversário.
Nota positiva para a estreia de Fox que se revelou como um elemento bastante importante tanto a defender como a atacar. Dois golos na estreia, mesmo contra um adversário que nos abriu bastantes espaços, auguram um futuro promissor para este miúdo.
Nota positiva também para os jogadores que começaram o jogo no banco. O seu empenho nos treinos é de louvar e os dois primeiros golos deste jogo vindos do banco revelam que podemos sempre contar com eles.

Golos:
Pedro Morgado
Simão
Ricardo Coutinho x2
João Vaz x2
Fox x2
Fred
Pedro Matias

Melhor em campo:
Ricardo Coutinho




sexta-feira, novembro 10, 2006

Leopoldinas 5 - Magníficos da Favela 4

A nossa estreia nesta edição da Fep League era aguardada com muita expectativa. No entanto, este primeiro jogo foi para esquecer.
Depois de sabermos as dificuldades com que o 2º cabeça-de-série do nosso grupo teve para bater esta equipa, já sabíamos que o jogo não iria ser fácil. Ainda assim, cientes do nosso inestimável valor, sabíamos que não podíamos deixar fugir a vitória.
Com dois jogadores de classe mundial ausentes (Fox e Ricardo, sendo que o 2º ainda se apresentou a tempo de jogar a 2ª parte) lá nos apresentamos apenas com 7 jogadores, sendo que, dois deles estavam praticamente de directa (sem querer especificar nomes direi apenas que eram os nºs 5 e 7), com um deles a apresentar um grau de alcoolémia muito acima do permitido pela FIFA.
O ínicio do jogo revelou-se muito díficil para o nosso lado, com o nosso mau posicionamento defensivo a originar vastos contra-ataques por parte do adversário. Assim, não foi de estranhar que por volta dos 10 minutos de jogo já estivessemos a perder por 2-0. Pedido o natural desconto de tempo, lá voltamos ao jogo e, fruto do nosso maior caudal ofensivo, conseguimos reduzir com um golo de João Vaz, após boa assistência de Pedro Morgado. Pouco depois Pedro Morgado teve no pés uma oportunidade de golo claríssima, mas desperdiçou-a escandalosamente. Como diz o ditado, "quem não marca sofre", e foi mesmo isso que aconteceu. Em mais um contra-ataque o adversário estabeleceu o resultado que se verificou ao intervalo.
Foi no intervalo que ocorreu o evento mais marcante do jogo: chegou Ricardo Coutinho.
Depois disto aconteceu o natural: viramos o jogo para 5-3 (com golos de Ricardo Coutinho, Simão Gonçalves x2 e Pedro Matias), desperdiçamos bastantes oportunidades claras de golo (de destacar as de João Vaz e Simão que, com a baliza aberta à frente deles fizeram o mais difícil) e, já perto do final, por infelicidade da nossa defesa, ainda contribuimos para o nivelar do marcador através de um auto-golo.

Golos:
João Vaz
Ricardo Coutinho
Simão Gonçalves x2
Pedro Matias

Melhor em campo:
Ricardo Coutinho


Analisando agora as estreias na equipa:

Manecas: não lhe podem ser atribuídas culpas em nenhum dos golos e ainda impediu alguns. Boa exibição (para começar... Porque daqui para a frente, mesmo que joguemos com 4 pivots, não podemos sofrer 4 golos num só jogo).

Fred: Muito seguro a defender e tacticamente a um nível elevado. Revelou ser uma boa aquisição mesmo para ocupar um lugar que não era o inicialmente previsto.


sexta-feira, novembro 03, 2006

Sorteio da Fep League

Decorreu noutro dia o sorteio da Fep League.
Tal como no ano anterior fomos cabeças de série.
Assim, antes da jornada que decorreu hoje (na qual ficamos isentos), encabeçava-mos o grupo E.

As equipas que vão ter direito a aula gratuita serão as seguintes (por ordem cronológica):*

Magníficos da Favela
Bafana Bafana
A equipa do Maior
Ratzingers
Nós e as cabeleireiras
Sémen FC Reloaded

Quero anunciar aqui também a contratação do Guarda Redes Manecas, provando assim que não há fome que não dê em fartura. A Direcção deseja-lhe as maiores felicidades ao serviço deste clube.


*Esta frase tem subjacente um intuito espicaçador dos adversários de modo a que se transcendam no jogo contra nós.